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Uefa

A UEFA tem sido protagonista em diversas controvérsias recentes, desde a exigência de esclarecimentos à FIFA sobre a criação da FIFA Forward Enterprise até a recusa em adotar a "Lei Vini Jr." em competições europeias, e críticas de federações africanas e de outras regiões por declarações de seu presidente. Essas questões revelam tensões sobre governança, regulamentação e inclusão no futebol mundial, conectando debates sobre direitos comerciais, regras disciplinares e percepção internacional da entidade.

6 notícias sobre este tema

Esportes

À Justiça dos EUA, Fifa acusa Uefa de promover "campanha de difamação" com ações

Rizek explica discórdia entre FIFA e UEFA: "situação extremamente delicada" Em uma manifestação à Justiça dos EUA, a Fifa acusa a Uefa de realizar uma "campanha de difamação" contra a entidade e o presidente Gianni Infantino. O imbróglio é por causa do plano do dirigente de vender parte das ações da Copa do Mundo a investidores privados, plano que já foi abandonado após pressão de confederações. Gianni Infantino, presidente da Fifa Fifa A polêmica voltou à tona na semana passada, quando a Uefa iniciou ações nos EUA em busca de documentos relacionados à Fifa Forward Enterprise (FFE), a…

Mundo

UEFA ameaça processar Gianni Infantino por suposta má gestão e projeto de venda de participações na Copa do Mundo

A UEFA pretende processar o presidente da FIFA, Gianni Infantino, alegando má gestão criminosa e o abandono de um plano de venda de participações na Copa do Mundo. A entidade europeia também buscou documentos de um investidor ligado a Trump e considerou boicotar competições da FIFA caso o projeto fosse retomado. Infantino tem defendido a iniciativa, mas a UEFA permanece firme em sua posição.

Por que importa: A disputa pode afetar a governança global do futebol e a organização das competições internacionais.

Economia

Fifa propõe criar subsidiária para vender participação na Copa do Mundo e enfrenta oposição da UEFA e da Confederação Asiática

A FIFA anunciou a criação da FIFA Forward Enterprise, uma subsidiária que teria 20% das ações vendidas a investidores privados, visando aumentar a receita dos torneios. A proposta gerou protestos, incluindo a renúncia de um assessor de Infantino e o boicote das 55 federações da UEFA. A Confederação Asiática e outras federações alegaram não ter sido consultadas e pediram mais tempo para analisar o projeto. A FIFA afirmou que não pretende abrir mão do controle sobre os torneios e que a iniciativa não significa "vender o futebol".

Por que importa: O plano pode alterar a estrutura de governança e financiamento dos torneios mais importantes do futebol mundial.

Mundo

UEFA exige que FIFA explique plano de criação de empresa para direitos comerciais

A UEFA pressionou Gianni Infantino a abandonar a presidência da FIFA após a proposta de criar a Fifa Forward Enterprise, uma empresa que teria controle dos direitos comerciais das principais competições, incluindo a Copa do Mundo. O órgão europeu exigiu que os responsáveis pelo plano apresentem contas e esclarecimentos. A iniciativa gerou controvérsia e críticas, especialmente por supostas relações com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que teria favorecido a proposta.

Por que importa: O desdobramento pode alterar a estrutura de gestão e distribuição de receitas do futebol mundial.

Esportes

Uefa não adotará "Lei Vini Jr." em competições europeias

Prestianni ofende Vini Jr. com a camisa sobre a boca PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP A "Lei Vini Jr.", que impõe a expulsão de um jogador que tapa a boca enquanto se dirige de maneira ofensiva a um rival, não será adotada pela Uefa em competições europeias. A informação foi publicada pelo jornal britânico "The Athletic". + Beltrán é anunciado pelo River Plate um ano após recusar o Flamengo para ficar na Europa Dois jogadores levaram cartões vermelhos durante a Copa do Mundo de 2026 mediante a aplicação da "Lei Vini Jr.". Almirón, do Paraguai, foi o primeiro, na fase de grupos, durante a…

Economia

Federações africanas, Curaçao, Haiti e Uzbequistão criticam Uefa

O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, afirmou que jogos de algumas seleções seriam "desinteressantes", o que gerou críticas de federations africanas, Curaçao, Haiti e Uzbequistão. Essas federações argumentam que a Uefa está subestimando equipes que participam da primeira Copa do Mundo com 48 equipes. A reação destaca tensões entre a Uefa e federações de países menos tradicionais no futebol europeu.

Por que importa: A crítica pode influenciar a percepção internacional da Uefa e afetar a inclusão de seleções na nova estrutura da Copa do Mundo.