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Selic

A taxa Selic, referência básica de juros no Brasil, influencia tanto o custo do crédito quanto a rentabilidade de investimentos como poupança, Tesouro Selic e CDBs. Recentes cortes, como a redução para 14,25% ao ano pelo Copom, geram expectativa de estímulo à atividade econômica, embora o Banco Central mantenha cautela diante de inflação ainda elevada. Projeções de instituições financeiras apontam para inflação e Selic mais altas nos próximos anos, o que afeta avaliações de mercado, como o otimismo que elevou o Ibovespa ao seu maior nível em um mês.

10 notícias sobre este tema

Política

André Lara Resende propõe metas de Selic a 7,5% em 12 meses

O economista André Lara Resende publicou um artigo solicitando orientação do Banco Central para que a taxa Selic atinja 7,5% em um ano. Ele argumenta que a meta deve ser inserida em um intervalo de referência. O texto destaca a necessidade de ajustes na política monetária para conter a inflação.

Por que importa: A proposta pode influenciar decisões de política monetária e afetar custos de crédito no país.

Fontes: Poder360
Economia

Copom corta Selic enquanto Fed aumenta juros

Na reunião de quarta-feira, o Copom reduziu a taxa Selic de 14% para 13,75%. Em contrapartida, o Federal Reserve elevou sua taxa de referência para a faixa de 3,75% a 4%, a primeira alta em mais de três anos. A decisão americana foi motivada, entre outros fatores, pelo aumento do preço do petróleo e tensões no Oriente Médio. O movimento dos dois bancos centrais ocorreu em um contexto de queda do dólar e do Ibovespa.

Por que importa: As mudanças nas taxas afetam diretamente o custo de empréstimos e o desempenho dos mercados financeiros.

Economia

Selic cai para 13,75% e impacta rentabilidade de CDB, Tesouro Direto e LCI

Com a redução da Selic para 13,75%, a rentabilidade de investimentos de renda fixa varia conforme o prazo. Letras de crédito (LCI) lideram no primeiro ano, mas a partir do segundo ano o CDB de bancos médios oferece melhor retorno. O Tesouro Direto continua sendo uma opção estável, embora com rendimento inferior ao CDB em prazos mais curtos. A poupança permanece a opção de menor rendimento em comparação com esses ativos.

Por que importa: A queda na Selic altera o cenário de rentabilidade, influenciando decisões de investidores que buscam melhores retornos em renda fixa.

Banco Central reduz Selic para 13,75% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, marcando o quinto corte consecutivo. A decisão foi unânime e ocorreu em meio a expectativas de mercado. A Selic agora está no menor nível desde março de 2025. O corte visa conter pressões inflacionárias e facilitar o crédito.

Por que importa: Reduzir a Selic pode estimular o consumo e os investimentos, impactando a economia e a inflação.

Economia

Copom reduz Selic para 14% e dólar e Ibovespa fecham em queda

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,25% para 14% ao ano, o quarto corte consecutivo. Em resposta, o dólar encerrou a sessão em queda de cerca de 0,4%, cotado a R$ 5,1070, e o Ibovespa recuou 1,22%, fechando em 175.555 pontos. A decisão foi tomada em busca de convergência da inflação à meta e de estabilidade de preços.

Por que importa: A redução da Selic influencia o custo do crédito, a inflação e os mercados financeiros, afetando investimentos e consumo no Brasil.

Economia

Banco Central reduz Selic para 14% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, diminuindo-a de 14,25% para 14% ao ano, o quarto corte consecutivo. A decisão foi unânime e não indicou sinalizações sobre futuros ajustes. A medida visa conter pressões inflacionárias, mantendo a taxa no menor nível desde março de 2025. O corte mantém o tom cauteloso do BC em relação a possíveis recuos adicionais em 2026.

Por que importa: A redução da Selic influencia diretamente os custos de crédito, investimentos e a inflação no país.

Economia

Ibovespa atinge 174 mil, maior nível em um mês, com expectativa de corte da Selic em agosto

O índice Ibovespa subiu para 174.000 pontos, marcando o maior ganho em um mês. A alta foi impulsionada pela expectativa de redução da taxa Selic em agosto, o que favorece os lucros corporativos. Operadores de renda variável destacam que juros mais baixos tendem a melhorar o valuation das ações. O mercado permanece atento ao cenário de política monetária e ao desempenho das empresas.

Por que importa: A movimentação do Ibovespa reflete a confiança dos investidores nas perspectivas econômicas e na política monetária brasileira.

Fontes: InfoMoney
Economia

Copom reduz a Selic para 14,25% ao ano

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, passando de 14,50% para 14,25% ao ano. A decisão foi tomada na terceira reunião consecutiva de cortes. O corte foi anunciado após a confirmação de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã, que aumentou a expectativa de redução da taxa.

Por que importa: A queda na Selic pode estimular o crédito e a atividade econômica, mas o Banco Central sinaliza cautela diante da inflação elevada.