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Netanyahu

Benjamin Netanyahu, primeiro‑ministro de Israel, tem sido foco de intensas discussões diplomáticas e militares, destacando-se tanto por sua relação conflituosa com o ex‑presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o descreveu como "louco" em telefonemas sobre o Líbano, quanto por sua decisão de intensificar a ofensiva contra o Hezbollah no sul do Líbano, visando "esmagar" o grupo. Essa combinação de tensões políticas e ações militares tem potencial de impactar as negociações de paz envolvendo Irã, Estados Unidos e a estabilidade regional no Oriente Médio.

9 notícias sobre este tema

Prefeito de Nova York avalia prisão de Netanyahu durante Assembleia da ONU

Zohran Mamdani, prefeito de Nova York, afirmou que está estudando medidas jurídicas para prender o primeiro‑ministro israelense Benjamin Netanyahu durante a próxima Assembleia Geral da ONU. Ele descreveu Netanyahu como criminoso de guerra e afirmou que o líder deveria estar na Corte Penal Internacional de Haia. Mamdani declarou que mantém conversas com o Departamento Jurídico de Nova York sobre a possibilidade de condenação.

Por que importa: A ação pode ter repercussões diplomáticas e legais entre os EUA, Israel e a comunidade internacional.

Economia

Netanyahu pede reunião com Trump na Casa Branca

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, solicitou uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca. A proposta foi comunicada por um membro do governo israelense. Devido à agenda internacional de Trump, o encontro pode ser adiado para a semana seguinte.

Por que importa: A reunião pode influenciar a política externa dos EUA e de Israel em questões regionais.

Fontes: InfoMoney

Trump critica Netanyahu por ações no Líbano e sugere que a Síria lute contra o Hezbollah

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou frustração com o primeiro‑ministro israelense Benjamin Netanyahu, exigindo que ele seja mais responsável em relação ao Líbano. Trump questionou a ofensiva israelense em Beirute durante as negociações de paz com o Irã e sugeriu que a Síria assumisse o combate ao Hezbollah. Netanyahu, por sua vez, afirmou que a luta de Israel não acabou e que continuará neutralizando ameaças. O comentário de Trump ocorreu na cúpula do G7, enquanto Israel e o Irã assinaram um acordo de paz que reduziu os combates no sul do Líbano.

Por que importa: A crítica de Trump pode influenciar a postura dos EUA em relação às operações militares de Israel e às negociações de paz no Oriente Médio.

Netanyahu mantém postura de combate após acordo EUA-Irã

O primeiro‑ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que a luta de Israel não acabou e que o país continuará neutralizando ameaças, apesar do acordo de paz firmado entre os Estados Unidos e o Irã em 15 de junho de 2026. Ele destacou as conquistas das campanhas de Israel no Oriente Médio e sinalizou que a relação com o principal aliado pode entrar em rota de colisão. Netanyahu enfatizou que a trégua não impede a ação militar quando necessário.

Por que importa: O posicionamento de Netanyahu pode influenciar a estabilidade regional e as relações entre Israel, EUA e Irã.

Após bombardeios de Israel a Beirute, Irã lança mísseis em direção ao território israelense; Netanyahu diz que haverá resposta

Israel relata ataques com mísseis no Irã Após os ataques israelenses à capital do Líbano, Beirute, o Irã lançou uma série de mísseis em direção ao território israelense neste domingo (7). "Uma nova saraivada de mísseis foi lançada contra o Estado de Israel. Uma nova saraivada de mísseis foi lançada contra o Estado de Israel. As Forças de Defesa de Israel reiteram e enfatizam a proibição de publicar ou compartilhar imagens e localizações dos impactos", diz uma mensagem de Israel postada no Telegram. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Até o momento, não há registros de…

Mundo

Trump chama Netanyahu de "louco" em telefonema sobre o Líbano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter chamado o primeiro‑ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de "completamente louco" durante uma ligação em que tentou pressioná‑lo a parar de atacar o Líbano. Netanyahu minimizou o atrito, afirmando que, apesar de divergências táticas, ambos concordam nos pontos principais sobre o Irã e resolvem as diferenças. A tensão entre os dois líderes pode afetar as negociações de paz e a estabilidade regional.

Por que importa: O conflito entre os EUA e Israel pode influenciar a diplomacia com o Irã e a segurança no Oriente Médio.

Mundo

Netanyahu diz que Israel vai 'intensificar' ataques ao Líbano em ofensiva contra o Hezbollah

Israel e Líbano estendem cessar-fogo O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (25) que o país vai intensificar a ofensiva no Líbano para "esmagar" o grupo extremista Hezbollah. O movimento acontece no momento em que Estados Unidos e Irã tentam chegar a um acordo para pôr fim à guerra no Oriente Médio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Ordenei uma aceleração das nossas operações", declarou Netanyahu em um vídeo publicado no Telegram. "Vamos intensificar os golpes, aumentar a potência e esmagar" o Hezbollah, afirmou. Na sequência,…

Política

Netanyahu anuncia intensificação de ofensiva contra Hezbollah

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que Israel aumentará a intensidade das operações contra o Hezbollah no sul do Líbano, com o objetivo de "esmagar" o grupo. A declaração foi feita após a extensão do cessar-fogo de 45 dias entre Israel e Líbano. Netanyahu também mencionou a criação de uma equipe especial para lidar com a ameaça de drones do Hezbollah. A medida ocorre enquanto os EUA e o Irã tentam negociar um fim à guerra no Oriente Médio.

Por que importa: A decisão pode alterar o equilíbrio de poder na região e afetar a estabilidade do Líbano e do Oriente Médio.