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Líbano

O Líbano permanece no centro de tensões regionais, com o governo acusando o Irã de usar o país como moeda de troca nas negociações com os Estados Unidos, enquanto o exército israelense intensifica ataques ao sul do território. O presidente dos EUA, Donald Trump, tem mantido diálogos com Israel e o Hezbollah, buscando garantir um cessar‑fogo que ainda não foi respeitado. A escalada de violência e as negociações em curso destacam a fragilidade da estabilidade libanesa e a influência de atores externos na região.

13 notícias sobre este tema

Mundo

Israel causa terremoto de magnitude 4,1 no Líbano ao atacar estrutura subterrânea do Hezbollah

O exército israelense detonou uma estrutura subterrânea do Hezbollah no sul do Líbano, gerando um terremoto de magnitude 4,1 registrado pelo USGS. O abalo ocorreu a 10 km de profundidade e às 15h08 (horário de Brasília). A explosão foi acompanhada por relatos de grande impacto sísmico na região.

Por que importa: O evento demonstra a capacidade de Israel de provocar efeitos sísmicos em território libanês, aumentando a tensão na região.

Mundo

Ataque aéreo israelense mata 12 pessoas no sul do Líbano

Em 7 de setembro de 2026, forças israelenses bombardearam uma cidade no sul do Líbano, resultando na morte de pelo menos 12 pessoas, incluindo duas crianças, segundo o Ministério da Saúde libanês. O ataque ocorreu em meio a um cessar‑fogo estabelecido em junho que ainda não impediu novas hostilidades. Um repórter da Al‑Manar, Ali Chbib, escapou por pouco de destroços gerados pela explosão enquanto se preparava para entrar ao vivo.

Por que importa: O incidente destaca a persistência de violência na região e a vulnerabilidade de civis e profissionais de mídia em zonas de conflito.

Mundo

Israel consolida zona de segurança no sul do Líbano após tomar colina Ali Taher

Israel afirmou ter consolidado a zona de segurança no sul do Líbano, tomando a colina Ali Taher, que servia de posição estratégica para o Hezbollah. A colina fica ao norte do rio Litani, próximo ao limite da área ocupada por Israel. A operação ocorreu em meio a relatos de Israel avançando com tropas e demolindo estruturas na região, enquanto a ONU conduz missões humanitárias. O exército israelense liberou cinco prisioneiros libaneses durante a ação.

Por que importa: A consolidação da zona de segurança aumenta a influência militar de Israel no sul do Líbano e intensifica a tensão com o Hezbollah.

Israel, Líbano e EUA assinam acordo preliminar sobre presença militar no sul do Líbano

Israel, Líbano e Estados Unidos firmaram um acordo preliminar que estabelece bases para futuras negociações de paz na região. O documento prevê a retirada das forças israelenses de áreas no sul do Líbano, mas permite que elas permaneçam caso o Hezbollah não seja desarmado. O acordo foi mediado pelos EUA e sinaliza um primeiro passo para um tratado de paz mais amplo.

Por que importa: O acordo pode reduzir tensões na região e abrir caminho para estabilidade no Oriente Médio.

Mundo

Ataque israelense mata duas pessoas no sul do Líbano e provoca acusações de violação de cessar-fogo

Tropas israelenses abriram fogo no sul do Líbano, resultando na morte de duas pessoas, segundo a Defesa Civil libanesa e a mídia estatal. O ataque ocorreu perto de uma escavadeira em Nabatieh al-Fawqa. O Hezbollah acusou Israel de violar o cessar-fogo que vinha sendo respeitado desde domingo. O incidente ocorre enquanto o Líbano se prepara para uma nova rodada de negociações diretas com Israel em Washington.

Por que importa: O episódio aumenta a tensão na região e pode complicar os esforços de paz entre Israel e o Líbano.

Mundo

Israel realiza ataques ao sul do Líbano após acordo EUA-Irã

Forças Armadas israelenses afirmaram ter atacado mais de 80 alvos no Líbano, matando dezenas de membros do Hezbollah, em resposta a supostas violações do cessar-fogo. O bombardeio ocorreu no distrito de Nabatieh, deixando mortos e feridos. Israel divulgou um mapa mostrando a zona de segurança que pretende manter no território libanês. O ataque ocorreu pouco depois da assinatura de um acordo de paz entre os EUA e o Irã que prevê o fim das hostilidades em todas as frentes.

Por que importa: O incidente demonstra a tensão contínua na região e a possibilidade de novas escaladas militares apesar dos esforços diplomáticos.

Trump critica Netanyahu por ações no Líbano e sugere que a Síria lute contra o Hezbollah

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou frustração com o primeiro‑ministro israelense Benjamin Netanyahu, exigindo que ele seja mais responsável em relação ao Líbano. Trump questionou a ofensiva israelense em Beirute durante as negociações de paz com o Irã e sugeriu que a Síria assumisse o combate ao Hezbollah. Netanyahu, por sua vez, afirmou que a luta de Israel não acabou e que continuará neutralizando ameaças. O comentário de Trump ocorreu na cúpula do G7, enquanto Israel e o Irã assinaram um acordo de paz que reduziu os combates no sul do Líbano.

Por que importa: A crítica de Trump pode influenciar a postura dos EUA em relação às operações militares de Israel e às negociações de paz no Oriente Médio.

Política

Irã ameaça retaliação mais devastadora caso Israel continue bombardeando Líbano

O Irã declarou que responderá com hostilidades ainda mais severas se Israel continuar a atacar o Líbano. Forças israelenses afirmaram ter interceptado mísseis iranianos na última semana. O governo iraniano alerta que a resposta pode ser mais devastadora do que as ações anteriores. A população israelense foi orientada a permanecer perto de abrigos.

Por que importa: A escalada de tensões pode aumentar o risco de conflito regional.

Mundo

Líbano acusa Irã de usar país como moeda de troca nas negociações com os EUA

O governo libanês, liderado pelo primeiro‑ministro Nawaf Salam, acusou o Irã de tratar o Líbano como moeda de troca nas negociações com os Estados Unidos sobre o fim da guerra. A crítica foi feita durante uma coletiva de imprensa sobre um apelo da ONU por ajuda humanitária. O ministro pediu que o Irã cesse de usar o sul do país e seu povo como instrumentos de barganha. A declaração representa a mais dura postura do governo libanês contra o regime iraniano até agora.

Por que importa: A acusação destaca tensões regionais e a influência do Irã sobre o Líbano, afetando negociações internacionais.

Mundo

Trump chama Netanyahu de "louco" em telefonema sobre o Líbano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter chamado o primeiro‑ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de "completamente louco" durante uma ligação em que tentou pressioná‑lo a parar de atacar o Líbano. Netanyahu minimizou o atrito, afirmando que, apesar de divergências táticas, ambos concordam nos pontos principais sobre o Irã e resolvem as diferenças. A tensão entre os dois líderes pode afetar as negociações de paz e a estabilidade regional.

Por que importa: O conflito entre os EUA e Israel pode influenciar a diplomacia com o Irã e a segurança no Oriente Médio.

Mundo

Trump conversa com Netanyahu e Hezbollah, garante cessar-fogo no Líbano

O presidente dos EUA, Donald Trump, dialogou com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e representantes do Hezbollah, assegurando que um cessar-fogo está em vigor no Líbano. Trump informou que Netanyahu concordou em não mover tropas de Israel em direção a Beirute. O Irã condicionou qualquer acordo com os EUA à implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. A conversa ocorreu em meio a intensificação de ataques israelenses ao sul de Beirute.

Por que importa: O acordo pode reduzir a escalada de violência entre Israel e Hezbollah, afetando a estabilidade regional.

Mundo

Israel captura fortaleza de Beaufort no sul do Líbano

O exército israelense tomou a fortaleza medieval de Beaufort, localizada no sul do Líbano, em operação que representa a incursão terrestre mais profunda do país em mais de 25 anos. A tomada ocorreu após dias de combates e bombardeios em vilarejos vizinhos, com evacuação de civis. A ação ocorreu apesar de um cessar-fogo em vigor, que não tem sido respeitado. O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência para discutir o avanço israelense.

Por que importa: A captura de Beaufort aumenta a pressão militar sobre o Hezbollah e pode alterar o equilíbrio regional no conflito Israel-Líbano.

Mundo

Netanyahu diz que Israel vai 'intensificar' ataques ao Líbano em ofensiva contra o Hezbollah

Israel e Líbano estendem cessar-fogo O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (25) que o país vai intensificar a ofensiva no Líbano para "esmagar" o grupo extremista Hezbollah. O movimento acontece no momento em que Estados Unidos e Irã tentam chegar a um acordo para pôr fim à guerra no Oriente Médio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Ordenei uma aceleração das nossas operações", declarou Netanyahu em um vídeo publicado no Telegram. "Vamos intensificar os golpes, aumentar a potência e esmagar" o Hezbollah, afirmou. Na sequência,…