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Huawei

A Huawei tem ampliado sua presença no Brasil com a abertura de uma nova loja autorizada em São Paulo e planos de fortalecer seu ecossistema local, incluindo mais aplicativos na AppGallery e recursos de pagamento e eSIM em smartwatches. No cenário internacional, a empresa anuncia ambições de fabricar chips de 1,4 nm até 2031, usando tecnologia própria para reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros, apesar das sanções dos EUA. Essas iniciativas refletem a estratégia da Huawei de consolidar sua competitividade e autonomia tecnológica em mercados globais e nacionais.

4 notícias sobre este tema

Tecnologia

Huawei abre nova loja autorizada em São Paulo

A Huawei inaugurará uma nova loja autorizada no Shopping Center Norte, em São Paulo, no dia 3 de outubro, às 12h. A unidade contará com um espaço dedicado ao ecossistema de produtos da marca. A abertura ocorre pouco mais de um ano após a primeira pop-up store da Huawei no país, localizada na Avenida Paulista. A nova loja oferece mais um ponto para conhecer, experimentar e comprar dispositivos Huawei presencialmente.

Por que importa: Amplia a presença física da Huawei no Brasil, facilitando o acesso dos consumidores aos produtos da marca.

Fontes: Canaltech
Tecnologia

Huawei busca aprovar smartwatch com medição de pressão arterial no Brasil

A Huawei está trabalhando para obter aprovação da Anvisa para o Huawei Watch D3, que mede pressão arterial e registra dados ao longo do dia. A empresa também pretende ampliar seu ecossistema no país, adicionando mais aplicativos locais, pagamentos e eSIM em smartwatches. Carlos Morales, diretor de Relações Públicas da Huawei Devices para a América Latina, confirmou esses planos em entrevistas ao Canaltech.

Por que importa: A introdução de dispositivos de saúde avançados pode melhorar o monitoramento de condições crônicas entre os consumidores brasileiros.

Fontes: Canaltech
Economia

Huawei anuncia planos de desenvolver chips de 1,4 nm apesar das sanções dos EUA

A Huawei afirmou que pretende projetar chips de 1,4 nanômetro até 2031, usando sua própria tecnologia Kirin, que supostamente aumenta a densidade de transistores em 55%. A empresa destaca que o avanço pode aproximar a China de tecnologias de fabricação de empresas como TSMC e Intel. As sanções americanas limitam o acesso da China a equipamentos de fabricação avançada, mas a Huawei pretende contorná‑las com inovação interna.

Por que importa: O desenvolvimento de chips avançados é crucial para a soberania tecnológica da China e pode reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros.