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Fóssil

Fósseis revelam detalhes críticos da evolução dos répteis, desde serpentes primitivas que habitavam o solo há cerca de 75 milhões de anos até criaturas marinhas do Triássico com órgãos internos preservados, como a Austronaga minuta de 245 milhões de anos. Descobertas recentes no Brasil, como os fósseis de 80 milhões de anos em Presidente Prudente e o exemplar de serpente de São Paulo, mostram transições evolutivas complexas entre formas terrestres e modernas. Além disso, o mercado de fósseis destaca-se com leilões de esqueletos icônicos, exemplificado pelo T. Rex “Gus”, vendido por dezenas de…

4 notícias sobre este tema

Ciência

Fóssil da maior tartaruga de água doce do mundo encontrado no Brasil

Em 2025, pesquisadores descobriram o fóssil de uma tartaruga de água doce, considerada a maior espécie desse tipo já registrada. O espécime viveu entre 10,8 e 8,5 milhões de anos atrás e está em fase de preparação e estudo. A descoberta foi feita em local no Brasil e pode oferecer novas informações sobre a evolução das tartarugas.

Por que importa: A descoberta amplia o conhecimento sobre a biodiversidade pré-histórica do Brasil e contribui para estudos paleontológicos globais.

Ciência

Fóssil de 245 milhões de anos preserva órgãos e última refeição de réptil marinho

Fóssil do réptil marinho Austronaga minuta, que viveu há 245 milhões de anos, é analisado em Pequim, na China. Wei Wang/Reuters Cientistas descobriram na China um fóssil de um réptil marinho de pescoço longo, datado de 245 milhões de anos atrás, que está tão bem preservado que revela o estômago, o fígado e os intestinos do animal, proporcionando uma visão sem precedentes da anatomia interna dos répteis antes da era dos dinossauros. Pesquisadores afirmaram que o fóssil da Austronaga minuta, criatura do Período Triássico, foi desenterrado na província de Yunnan, no sul da China, em uma região…

Fontes: G1
Ciência

Fóssil de 80 milhões de anos encontrado em Presidente Prudente revela nova perspectiva sobre evolução das cobras

Um fóssil de 80 milhões de anos foi descoberto em Presidente Prudente, evidenciando que a evolução das cobras não segue um caminho linear. O espécime apresenta características intermediárias entre répteis terrestres e serpentes modernas. Os pesquisadores sugerem que a transição evolutiva pode ter sido mais complexa do que se acreditava. O achado oferece novas pistas para a compreensão da história evolutiva das serpentes.

Por que importa: O fóssil ajuda a refinar modelos evolutivos e a entender melhor a diversidade de formas que as cobras passaram por ao longo do tempo.