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EUA e Irã

As relações entre os Estados Unidos e o Irã têm sido marcadas por trocas de ataques militares, como bombardeios e retaliações navais, que elevam a tensão no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que se desenvolvem negociações sobre o programa nuclear iraniano. A possibilidade de retomada de ofensivas por parte dos EUA está vinculada à falta de consenso nas conversas, enquanto o Irã mantém postura de resposta condicionada a ações americanas. Essa instabilidade influencia também os mercados globais, refletindo-se em elevações nos preços do petróleo devido às incertezas no Estreito de Ormuz.

14 notícias sobre este tema

EUA e Irã retomam ataques após falha de cessar-fogo, enquanto China e Paquistão pedem diálogo

Os Estados Unidos atacaram pontes no Irã e o Irã respondeu com ataques a uma usina de energia no Kuwait, marcando uma nova escalada militar após o cessar-fogo de junho. A China e o Paquistão, em reunião em Xangai, solicitaram o retorno ao cessar-fogo e a retomada das negociações entre os dois países. Ambas as partes pediram que todos cumpram os compromissos do memorando de entendimento. A situação permanece em alta tensão, com risco de expansão do conflito.

Por que importa: A escalada pode afetar a estabilidade regional e os mercados globais de energia.

Mundo

EUA e Irã em escalada de ataques e disputa sobre Estreito de Ormuz

Os Estados Unidos lançaram uma quarta rodada de ataques contra alvos iranianos após um ataque iraniano a um navio de contêineres no Estreito de Ormuz. O Irã declarou o estreito fechado por tempo indeterminado, enquanto os EUA afirmam que a rota permanece aberta e que o Irã não controla a passagem. A tensão aumentou com a confirmação de novos ataques e a discussão de negociações para reabrir o estreito.

Por que importa: A situação pode afetar a segurança e o fluxo de comércio marítimo na região mais estratégica do mundo.

Economia

EUA e Irã retomam negociações sobre passagem segura no Estreito de Ormuz

Os Estados Unidos exigem que o Irã se comprometa publicamente a manter o Estreito de Ormuz aberto para a navegação, enquanto o ministro das Relações Exteriores iraniano Abbas Araqchi viajou a Omã para discutir medidas de segurança. A retomada das negociações ocorre após ataques a navios comerciais e retaliações militares entre as duas nações. O estreito, responsável por cerca de 20% do comércio global de petróleo, viu o tráfego de navios diminuir devido às tensões. Paquistão e Arábia Saudita expressaram preocupação e tentaram mediar um acordo entre Washington e Teerã.

Por que importa: O Estreito de Ormuz é crucial para o comércio internacional de petróleo, e sua segurança afeta a estabilidade econômica global.

Mundo

EUA e Irã trocam ataques após acusação de violação de cessar-fogo

Os Estados Unidos bombardearam instalações militares do Irã na noite de 27 de junho, alegando violação do acordo de cessar-fogo. O Irã respondeu atacando bases no Bahrein e um navio no Estreito de Ormuz. Ambas as partes afirmam que a ofensiva é resposta a ataques anteriores e que o acordo prevê o fim das operações militares. O episódio ocorre apenas dias após a assinatura de um acordo de paz que visava encerrar a guerra.

Por que importa: A escalada demonstra fragilidade do acordo de cessar-fogo e ameaça a estabilidade na região do Estreito de Ormuz.

Mundo

EUA e Irã trocam ataques no Estreito de Ormuz após acordo de cessar-fogo

Em 26 de junho, os Estados Unidos bombardearam alvos no Estreito de Ormuz, alegando violação do cessar-fogo pelo Irã. Em resposta, a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou retaliar. Os ataques são os primeiros desde a assinatura, em 17 de junho, de um acordo de paz que previa o fim das hostilidades. Ambas as partes acusam a outra de violar o acordo.

Por que importa: Reafirma a fragilidade da paz recém‑firmada e aumenta a tensão em uma rota marítima crítica para o comércio global.

Mundo

EUA e Irã iniciam negociações na Suíça sobre paz e programa nuclear

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e o chefe de negociações iraniano, Mohammed Ghalibaf, chegaram a Zurique para iniciar conversas de 60 dias sobre um acordo de paz definitivo. Os temas centrais incluem o fim da guerra no Líbano, a segurança do Estreito de Ormuz e o programa nuclear iraniano. A reunião marca a primeira discussão presencial desde o memorando de 14 pontos assinado em junho.

Por que importa: Essas negociações podem definir a estabilidade regional e o futuro do controle nuclear no Oriente Médio.

Mundo

EUA e Irã firmam acordo preliminar com 14 pontos

O memorando estabelece cessar-fogo permanente, reabertura do Estreito de Ormuz e liberação do tráfego de petróleo, além de criar um fundo bilionário para o Irã. Também prevê alívio gradual de sanções e garantias de que Teerã não terá armas nucleares. O acordo inclui compensação financeira ao governo iraniano e limites ao programa nuclear. A assinatura eletrônica foi realizada em 14 de junho, com cerimônia presencial marcada para 19 de junho.

Por que importa: O acordo pode reduzir tensões no Oriente Médio e impactar preços globais de petróleo e políticas internas dos dois países.

Mundo

Missão no Estreito de Ormuz pode começar de 2 a 3 dias após acordo entre EUA e Irã, diz Macron

Emmanuel Macron na cúpula do G7 LUDOVIC MARIN/Pool via REUTERS O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta segunda-feira (15) que a missão anunciada por ele e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, para garantir a segurança no Estreito de Ormuz após o fim da guerra entre Estados Unidos e Irã pode ser implementada de 2 a 3 dias após a assinatura do acordo entre os dois países. AO VIVO: acompanhe a cobertura sobre o conflito em tempo real ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp EUA e Irã acertam acordo de paz, mas reabertura do Estreito de Ormuz não deve ser…

Economia

Bolsas mundiais sobem e petróleo cai após anúncio de possível acordo entre EUA e Irã

Paquistão anuncia acordo de paz na guerra entre Estados Unidos e Irã As bolsas de valores ao redor do mundo subiram nesta segunda-feira (15) depois que Estados Unidos e Irã anunciaram um acordo preliminar para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. A notícia reduziu a preocupação dos investidores e também provocou uma forte queda no preço do petróleo. Na Ásia, as bolsas fecharam em forte alta, e o clima de otimismo também impulsionou a abertura dos mercados na Europa. Veja como reagiram os principais mercados: 🛢️ Petróleo…

Economia

Dólar cai e Ibovespa sobe enquanto mercado aguarda possível acordo entre EUA e Irã

O dólar registrou queda de cerca de 0,5% contra o real, operando em torno de R$5,07 a R$5,10. O Ibovespa avançou entre 0,16% e 1,71%, impulsionado pela expectativa de um acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã. A inflação brasileira, com o IPCA em 0,58% em maio, permanece em foco, limitando ganhos do mercado interno. Os preços do petróleo também recuaram após relatos de progresso nas negociações.

Por que importa: A movimentação cambial e acionária reflete a sensibilidade dos mercados brasileiros às tensões geopolíticas e à inflação doméstica.

Economia

Ibovespa sobe mais de 1% enquanto dólar cai a R$5,10 após sinal de acordo entre EUA e Irã

O principal índice da B3 avançou para 171 mil pontos, registrando ganhos de 1,7%. O dólar comercial caiu para R$5,10, refletindo o alívio no cenário externo. Os índices de Wall Street também fecharam em alta, indicando otimismo global.

Por que importa: O movimento positivo no mercado brasileiro e na moeda reflete a expectativa de estabilização geopolítica, impactando investimentos e a economia local.

Política

Conflito entre EUA e Irã continua após 100 dias de guerra

O conflito no Oriente Médio permanece em alta, com violações frequentes do cessar-fogo. Os Estados Unidos afirmam ter derrubado drones iranianos, enquanto o Irã mantém posições divergentes. As negociações de paz permanecem estagnadas, apesar de intervenções de Paquistão.

Por que importa: A continuidade das hostilidades pode afetar a estabilidade regional e os acordos nucleares.

Mundo

EUA e Irã em negociação de acordo nuclear, com possibilidade de retomar ataques caso não seja concluído

Os Estados Unidos e o Irã estão em negociações para um acordo nuclear, mas ainda não chegaram a um consenso definitivo. O secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou que os EUA estão prontos para retomar ataques ao Irã se o acordo não for concluído. O presidente Donald Trump planeja tomar uma decisão final sobre o acordo em reunião na Casa Branca, exigindo que o Irã aceite não possuir armas nucleares e a reabertura do Estreito de Ormuz. O negociador iraniano expressou desconfiança e afirmou que o Irã só tomará ações se o outro lado agir primeiro.

Por que importa: O resultado das negociações pode definir a estabilidade regional e a segurança global em relação ao programa nuclear iraniano.

Mundo

Petróleo sobe com impasse entre EUA e Irã e aumenta tensão nos mercados

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta sexta-feira (22) diante da falta de avanços nas negociações para encerrar a guerra envolvendo o Irã. O mercado segue em alerta principalmente por causa das tensões no Estreito de Ormuz, enquanto as conversas entre Washington e Teerã continuam sem acordo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Por volta das 7h15 (de Brasília), o petróleo Brent, referência internacional, avançava 2,8%, para US$ 105,48 por barril. Antes da guerra, em fevereiro, a commodity era negociada perto de US$ 70. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos,…