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Eleição

A cobertura reúne as principais disputas eleitorais de 2026 no Brasil, destacando a presença de candidatos LGBTQIA+ nas listas, a corrida por duas vagas no Senado do Rio de Janeiro com 16 concorrentes, e a lista de 11 aspirantes ao governo de Minas Gerais. Também são abordadas as influências externas nas eleições presidenciais brasileiras e peruanas, bem como a segunda volta da presidência colombiana entre Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda, evidenciando o impacto desses pleitos nas políticas regionais e internacionais.

3 notícias sobre este tema

Política

Eleição brasileira inicia primeiro na Nova Zelândia e termina no Canadá

A votação para eleitores brasileiros no exterior começou em 16h de sábado, horário de Brasília, na Nova Zelândia, e se estende até 21h de domingo, horário de Brasília, no Canadá. O intervalo total de votação ultrapassa 29 horas devido aos fusos horários. No Brasil, a votação ocorrerá das 8h às 17h. Aproximadamente 918,9 mil brasileiros registrados no exterior participarão da eleição de 2026.

Por que importa: A diferença de fuso horário faz com que a eleição no exterior seja a primeira a ser concluída, destacando a logística de votação internacional.

Política

Eleição brasileira e peruana em foco

Na eleição presidencial brasileira, o presidente Donald Trump expressou apoio ao candidato Lula, destacando que o governo dos Estados Unidos prioriza seus próprios interesses. Enquanto isso, no Peru, os eleitores iniciaram o segundo turno entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez, refletindo a disputa por preferência nacional. Ambos eventos ilustram a influência de atores externos e a importância das decisões eleitorais na América Latina.

Por que importa: Esses processos eleitorais mostram como decisões políticas regionais podem ser afetadas por interesses internacionais e pela dinâmica interna dos países.

Mundo

Eleição presidencial na Colômbia vai para segundo turno entre Abelardo de la Espriella e Ivan Cepeda

No primeiro turno, nenhum candidato atingiu 50% dos votos, levando a uma disputa de segunda volta em 21 de junho. Abelardo de la Espriella, de direita, liderou com 43,7% dos votos, seguido por Ivan Cepeda, de esquerda, com 40,90%. O presidente Gustavo Petro não reconheceu a contagem inicial e aguardará os resultados finais revisados pelos juízes. A eleição reflete a polarização entre propostas de segurança da direita e reformas de esquerda.

Por que importa: Determina quem será o próximo presidente da Colômbia, influenciando políticas internas e relações internacionais.