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Candidatos ao Senado

Candidatos ao Senado competem em diversas regiões do país, apresentando seus perfis políticos e patrimônios ao Tribunal Superior Eleitoral, o que permite aos eleitores avaliar a transparência e a diversidade econômica entre os postulantes. Em estados como Santa Catarina, Minas Gerais e Roraima, os debates e as inscrições já delineiam as opções que influenciarão a composição do Congresso e, em alguns casos, a escolha do chefe do Executivo estadual. A divulgação de bens e a realização de debates em plataformas digitais reforçam a necessidade de informação para a tomada de decisão nas eleições…

4 notícias sobre este tema

Política

Candidatos ao Senado por Santa Catarina e debates em Minas Gerais em 2026

Em Santa Catarina, treze candidatos concorrerão a duas vagas no Senado em 2026. Entre os postulantes estão nomes de partidos como PSDB, MDB, PT, PL, entre outros. Em Minas Gerais, o G1 transmitiu dois debates com candidatos ao Senado, incluindo Aécio Neves, Arcanjo Pimenta, Áurea Carolina, Carlin Moura, Domingos Sávio, Manoel Carvalho e Marcelo Aro. Os debates foram realizados em estúdio da Globo e transmitidos ao vivo nas plataformas digitais.

Por que importa: A informação ajuda eleitores a conhecerem os candidatos e a acompanhar os debates que influenciam a escolha nas eleições de 2026.

Política

Candidatos ao Senado e ao governo de Roraima em 2026

O Senado tem duas vagas para Roraima, com candidatos ainda a ser definidos, enquanto a disputa pelo governo estadual conta com cinco candidatos. O colégio eleitoral de Roraima é o menor do país, com 401.496 eleitores. As eleições de 2026 definirão os representantes federais e o chefe do Executivo estadual.

Por que importa: Essas eleições determinarão quem representará Roraima no Congresso e quem governará o estado, impactando políticas públicas e interesses regionais.

Fontes: Poder360
Política

Candidatos ao Senado divulgam patrimônios para 2026

Os candidatos ao Senado em diferentes estados apresentaram seus patrimônios ao Tribunal Superior Eleitoral. Alexandre Fleming (UP) declarou não possuir bens, enquanto Davi Davino Filho (Republicanos) informou R$ 1,412,868,88, um aumento de 37% em relação a 2022. Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP) declararam R$ 1,3 milhão e R$ 842 mil, respectivamente, com variações de 148% e 37% em relação ao último pleito. Iure Castro Lemos (Cidadania) e Gustavo Gayer (PL) apresentaram R$ 3,2 milhões e R$ 908.561,00, destacando a diversidade de valores entre os candidatos.

Por que importa: Os valores declarados revelam a transparência e a diversidade de recursos entre os candidatos ao Senado.

Candidatos ao Senado revelam patrimônios variando de R$ 2,3 mi a quase R$ 12 mi

O candidato Flávio registrou patrimônio de R$ 8,1 mi, 370% maior que em 2018, principalmente por compra de casa em Brasília. Tebet declarou R$ 10,6 mi ao registrar candidatura ao Senado por SP, após ter R$ 2,3 mi em 2022. Clébio Jacaré declarou patrimônio de R$ 57 mi, com dinheiro no exterior, terrenos e imóveis, enquanto Gustavo Mendanha apresentou R$ 2,3 mi, composto por parte de uma fazenda e duas casas.

Por que importa: Os valores ilustram a diversidade econômica entre candidatos ao Senado.