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Banco Central

O Banco Central do Brasil atua como regulador e supervisor do sistema financeiro, adotando medidas que afetam tanto instituições como o mercado de pagamentos. Recentemente, decretou a liquidação extrajudicial da Sefer Investimentos para proteger credores, eliminou o limite diário de R$ 500 nas transações por Pix por aproximação, e forneceu dados sobre o Pix ao governo dos Estados Unidos para esclarecimentos regulatórios. Além disso, o presidente Gabriel Galípolo destacou que não há prazo definido para o Banco Regional de Brasília ajustar seu balanço, reforçando o monitoramento contínuo das…

9 notícias sobre este tema

Galípolo nega cotação para a Fazenda e afirma ficar no Banco Central até 2028

O presidente do Banco Central, Roberto Galípolo, negou que esteja sendo considerado para o cargo de ministro da Fazenda, alegando que se trata apenas de especulações de mercado. Ele confirmou que seu mandato no BC vai até dezembro de 2028 e que permanece satisfeito com o cargo. Galípolo evitou comentar sobre eleições, câmbio ou decisões do Copom. A declaração foi feita em entrevistas coletivas e em entrevista individual à imprensa.

Por que importa: Esclarece a posição do presidente do BC sobre possíveis mudanças no governo, evitando rumores que poderiam afetar a estabilidade financeira.

Banco Central aprova regras para proteger consumidores de crédito abusivo

O Banco Central aprovou novas normas que exigem autorização prévia, específica e inequívoca de clientes em risco de endividamento antes de qualquer oferta ativa de crédito. A medida entra em vigor em 31 de março de 2027 e limita as propostas a operações que possam melhorar a situação financeira do consumidor. As regras visam impedir ofertas inadequadas e aumentar a transparência nas contratações de crédito.

Por que importa: Garantir que consumidores vulneráveis não sejam expostos a ofertas de crédito que possam agravar seu endividamento.

Banco Central reduz Selic para 13,75% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, marcando o quinto corte consecutivo. A decisão foi unânime e ocorreu em meio a expectativas de mercado. A Selic agora está no menor nível desde março de 2025. O corte visa conter pressões inflacionárias e facilitar o crédito.

Por que importa: Reduzir a Selic pode estimular o consumo e os investimentos, impactando a economia e a inflação.

Economia

Banco Central anuncia leilões de linha de até US$ 1 bi nesta segunda-feira

O Banco Central do Brasil realizará leilões de linha de crédito em dólar no valor total de até US$ 1 bilhão. A operação consiste em vender dólares com compromisso de recompra em duas transações. O objetivo é renovar contratos que vencem em 2 de setembro. Os leilões ocorrerão na segunda-feira, 17 de agosto.

Por que importa: Permite ao Banco Central rolar vencimentos de contratos de dólar, mantendo a liquidez e a estabilidade do mercado cambial.

Economia

Banco Central reduz Selic para 14% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, diminuindo-a de 14,25% para 14% ao ano, o quarto corte consecutivo. A decisão foi unânime e não indicou sinalizações sobre futuros ajustes. A medida visa conter pressões inflacionárias, mantendo a taxa no menor nível desde março de 2025. O corte mantém o tom cauteloso do BC em relação a possíveis recuos adicionais em 2026.

Por que importa: A redução da Selic influencia diretamente os custos de crédito, investimentos e a inflação no país.

Política

Presidente Milei anuncia reforma do Banco Central para frear financiamento do Estado

O presidente argentino, Javier Milei, anunciou na TV que o Banco Central será reformado para reduzir o financiamento estatal. A medida visa limitar a emissão de moeda e controlar a inflação. Milei afirmou que a reforma é necessária para restaurar a confiança na economia e evitar déficits fiscais crescentes.

Por que importa: A mudança pode impactar a política monetária e a estabilidade econômica do país.

Fontes: Poder360
Economia

Banco Central fornece dados sobre Pix para investigação dos EUA

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a autarquia disponibilizou equipe e tempo para esclarecer o governo americano sobre o sistema de pagamentos Pix. O órgão enviou informações ao USTR, que aponta supostos prejuízos a empresas de pagamento dos Estados Unidos. Galípolo descreveu o Pix como uma evolução natural do sistema de pagamentos brasileiro.

Por que importa: Essas informações podem influenciar decisões regulatórias e comerciais entre Brasil e EUA.

Economia

Banco Central elimina limite diário de R$ 500 para Pix por aproximação

A partir de 1º de outubro de 2026, o Banco Central removeu o limite diário de R$ 500 nas transações realizadas por Pix por aproximação, permitindo que os usuários solicitem aumento ou redução do limite. A mudança entra em vigor conforme instrução normativa publicada no Diário Oficial da União. O Pix por aproximação, lançado em 2025, permite pagamentos aproximando celular ou relógio digital da maquininha, semelhante ao contato por aproximação de cartões.

Por que importa: A nova regra amplia a flexibilidade e o volume de pagamentos via Pix por aproximação, beneficiando usuários e comerciantes.

Economia

Banco Central nega prazo para ajuste do BRB

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a autoridade monitora diariamente as instituições financeiras e que não há prazo definido para o Banco Regional de Brasília (BRB) corrigir seu balanço. Ele negou que o prazo de 29 de maio seja obrigatório para ajustes após a operação irregular com o Banco Master. O BC planeja apresentar seu balanço financeiro até 29 de maio, indicando possíveis soluções para o prejuízo causado.

Por que importa: A decisão do BC pode influenciar a estabilidade financeira e a confiança nas instituições envolvidas.