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'Aos 10 anos, me preparava para ser prisioneira política': Marjane Satrapi, a autora que retratou transformação do Irã sob a Revolução Islâmica

Marjane Satrapi morreu aos 56 anos Getty Images / BBC A escritora e cineasta franco-iraniana Marjane Satrapi, que morreu em Paris aos 56 anos, foi uma importante cronista das experiências das mulheres sob as restrições políticas e sociais do regime iraniano. Ela foi uma das poucas artistas que conseguiu incorporar a história moderna do Irã ao cenário artístico global por meio de uma narrativa inteiramente pessoal. Com sua obra autobiográfica Persépolis, Satrapi conquistou a atenção internacional e alcançou aclamação mundial. A graphic novel narra a repressão política durante a era do xá Reza…

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Rodrigo Lessa e Edu Neves lançam álbum 'Tempo de samba'

O bandolinista e violonista Rodrigo Lessa e o flautista e saxofonista Edu Neves lançaram o álbum autoral 'Tempo de samba' em 3 de junho. O trabalho apresenta nove temas autorais em clima de gafieira moderna, partindo do choro e seguindo a rota latina que inclui jazz e samba. O álbum foi apresentado por Luís Filipe de Lima, que destacou a geração de músicos que evoluíram do choro para esses gêneros.

Por que importa: O lançamento destaca a continuidade e evolução da música brasileira contemporânea, unindo tradição e inovação.

Fontes: G1
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Lilia Cabral interpreta Rita Lee em monólogo musical

A atriz Lilia Cabral apresenta o monólogo musical ‘Rita Lee – Balada da louca’, que retrata a trajetória da cantora. A peça foi escrita e idealizada por Guilherme Samora, dirigida por Beatriz Barros e com direção musical de Dani Nega. O espetáculo destaca momentos marcantes da vida de Rita Lee, incluindo seu diagnóstico de câncer em 2021.

Por que importa: O evento celebra a memória de uma ícone da música brasileira e oferece reflexão sobre a vida e a arte.

Fontes: G1
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Reginaldo Alves transforma frase em hit de 2010

Em 2010, Reginaldo Alves da Silva lançou a música ‘Minha mulher não deixa não’, baseada na frase ‘Vou não… Minha mulher não deixa não’. A canção tornou-se um sucesso nacional, alcançando o topo das paradas e se consolidando como um clássico do brega-resenha. A produção contou apenas com teclado e a inspiração de uma esposa ciumenta. O hit permanece na memória popular e é lembrado como um exemplo de criatividade musical simples.

Por que importa: Ilustra como uma ideia simples pode gerar um fenômeno cultural e musical no Brasil.

Fontes: G1
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Todo Mundo em Pânico volta ao cinema após 13 anos

O filme, sem número no título, estreia em 4 de junho, com sessões antecipadas em 3 de junho, marcando a volta dos irmãos Wayans ao longa após mais de duas décadas de afastamento. O lançamento ocorre 13 anos depois do último capítulo, trazendo o público de volta ao universo de terror-paródia. O longa apresenta piadas sobre a cultura do cancelamento e tenta retomar as origens da série.

Por que importa: Reinicia um dos maiores fenômenos de terror-paródia dos anos 2000, atraindo fãs e renovando o interesse pelo gênero.

Fontes: G1
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Repertório do primeiro álbum solo de Cazuza regravado por artistas da nova geração

O álbum solo de Cazuza, lançado em 1985 e popularmente chamado de "Exagerado", teve seu repertório regravado em 2026 por artistas como Catto, Jadsa, Ludmilla, Maria Beraldo, Raquel e Urias. A iniciativa reúne nomes da nova geração da música brasileira para homenagear o legado do cantor. A regravação mantém a essência das composições originais, incluindo o hit "Exagerado" co-escrito por Cazuza, Leoni e Ezequiel Neves.

Por que importa: Mostra a influência duradoura de Cazuza na música brasileira e a continuidade de seu legado entre novas gerações de artistas.

Fontes: G1