MPF ajuíza ação contra Hospital Albert Einstein por descumprimento de cotas na residência médica
O Ministério Público Federal move ação contra o Hospital Albert Einstein para que implemente cotas nas vagas de residência médica, reservando 30% para negros, 10% para pessoas com deficiência e 5% para indígenas, quilombolas e pessoas trans. A medida visa cumprir a política de ações afirmativas, que é obrigatória mesmo em instituições privadas. O pedido destaca a necessidade de garantir igualdade de oportunidades no acesso a programas de formação médica.
Por que importa: A decisão pode reforçar a aplicação de políticas de inclusão no sistema de saúde e servir de precedente para outras instituições.
Leia nas fontes: