Células de defesa raras podem explicar longevidade de supercentenários
Estudo japonês revelou que pessoas com 110 anos ou mais mantêm um sistema imunológico adaptativo, com células de defesa raras em circulação. Essas células podem contribuir para a resistência a doenças e a manutenção da saúde em idades avançadas. A pesquisa destaca que a imunidade não se deteriora de forma linear com a idade, mas continua a se ajustar. Os resultados sugerem novas abordagens para entender a biologia da longevidade.
Por que importa: Ajuda a compreender os mecanismos que permitem a vida longa e pode orientar estratégias de saúde para a população idosa.
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