Reajuste de 15,04% no Bolsa Família gera debate sobre legalidade e impacto eleitoral
O governo Lula anunciou aumento de 15,04% no valor mínimo do Bolsa Família, de R$600 para R$691, justificando como correção monetária e reposição da inflação. O ministro Gilmar Mendes do STF declarou que o decreto não infringe regras eleitorais, enquanto a AGU pediu reconhecimento de constitucionalidade. A medida foi criticada por candidatos como Ronaldo Caiado e Renan Santos, que alegam intenção de compra de votos, e gerou ações no TSE.
Por que importa: A decisão pode influenciar a percepção dos eleitores e a dinâmica política antes das eleições.