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Política

PGR defende que STF rejeite pedido de revisão da condenação de Jair Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta terça-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeite o pedido de revisão da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso da trama golpista. O ministro Nunes Marques, relator do pedido no STF, havia dado um prazo de 20 dias para a PGR se manifestar sobre o pedido da defesa de Jair Bolsonaro. "As teses suscitadas pelo autor na inicial da presente ação revisional não trouxeram nenhum ineditismo a legitimar a desconstrução do pronunciamento jurisdicional definitivo, quer por contrariedade ao texto expresso da lei penal ou à…

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Política

Governo retira urgência do PL da 6x1 e pode mudar relator

O presidente Lula autorizou a retirada do regime de urgência do projeto de lei que encerra a escala de trabalho 6x1, permitindo que a pauta passe a tramitar normalmente na Câmara. O relator original, Leo Prates, pode ser substituído. O ministro José Guimarães alertou que o presidente da Câmara, Hugo Motta, pode bloquear outras pautas de alto impacto.

Por que importa: A mudança de urgência altera o ritmo de tramitação do PL, afetando a agenda legislativa e a implementação da reforma trabalhista.

Política

Arma de fogo de Bolsonaro apreendida em blitz da PM no DF

Durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal, uma pistola Glock 9mm, registrada em nome de Jair Bolsonaro, foi apreendida em um Honda Civic. O veículo não foi revistado porque não entrou na residência do ex-presidente. O caso foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, onde o ministro Alexandre de Moraes concedeu 24 horas para a defesa esclarecer a posse da arma durante a prisão domiciliar.

Por que importa: A apreensão levanta questões sobre a segurança e a legalidade da posse de armas por políticos em prisão domiciliar.

Política

Trump chega atrasado ao G7 e declara "Eu sou o chefe"

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou atrasado à cúpula do G7 na França e, em tom de brincadeira, declarou que era o chefe. A declaração ocorreu enquanto ele se dirigia ao seu assento, gerando risadas entre os participantes e a imprensa. A reunião abordou apoio à Ucrânia, minerais críticos e segurança econômica global, em meio às tensões com a Rússia. Trump permaneceu na França após convite de Macron para prolongar a estadia.

Por que importa: A declaração reflete a postura de Trump em eventos internacionais e pode influenciar a dinâmica de liderança entre os países do G7.

Política

Polícia Federal aponta pagamentos de viagens e despesas de luxo de Daniel Vorcaro a Ciro Nogueira

A Polícia Federal relatou que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro pagou mais de R$ 468 mil em viagens e jantares de luxo para o senador Ciro Nogueira, incluindo estadias em hotéis de alto padrão em Lisboa, Paris, Nova‑York e Courchevel. O documento enviado ao STF indica que Vorcaro teria mantido uma relação de “espúria” com o parlamentar, pagando despesas em troca de favores no Congresso. Fotos e conversas trocadas entre os dois foram apresentadas como evidência da proximidade e do tratamento diferenciado.

Por que importa: A investigação levanta suspeitas de favorecimento e possível corrupção envolvendo um senador e um ex-banqueiro.

Política

Lula e Trump se cumprimentam em foto de família no G7, mas não dialogam sobre tarifas

Durante a cúpula do G7 em Évian, na França, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump posaram juntos na tradicional foto de família. Não houve interação pública nem diálogo entre eles, apesar das expectativas de negociação sobre as novas tarifas americanas ao Brasil. O encontro ocorreu após um concerto organizado pelo presidente francês Emmanuel Macron. A ausência de conversa direta mantém a negociação sobre tarifas em nível de representantes oficiais.

Por que importa: O encontro reflete a tensão comercial entre Brasil e EUA e a importância de negociações diplomáticas no contexto do G7.

Política

STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação em processo de trama golpista

A Primeira Turma do STF condenou unânime a Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, por coação no curso do processo que investigou a tentativa de golpe de Estado em 2022. A pena é de 4 anos e 2 meses de reclusão em regime semiaberto, mais multa de R$162.1 mil e perda do cargo de escrivão da Polícia Federal. O condenado ficará inelegível por 12 anos, até 2038. Eduardo afirmou desconhecer o crime e contestou a notificação do processo.

Por que importa: A decisão afeta a carreira política do filho do ex-presidente e reflete sobre a aplicação da lei em casos de interferência no judiciário.