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Política

Caiado nega chapa conjunta com Zema e mantém pré-candidatura à Presidência

O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que não há acordo para formar chapa conjunta com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, na eleição presidencial de 2026. Ele esclareceu que a conversa com Zema visava apenas fortalecer apoio mútuo em caso de segundo turno. Caiado confirmou que continuará com sua própria pré-candidatura ao cargo de presidente. Zema, por sua vez, manterá sua campanha independente.

Por que importa: A decisão de não unir forças pode influenciar a dinâmica das pré-candidaturas e a formação de alianças políticas para as eleições de 2026.

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Política

Crime organizado se infiltra nas eleições e troca cocaína por votos

Pesquisas apontam que o crime organizado tem se infiltrado nas eleições, oferecendo drogas como cocaína em troca de votos. A prática, que antes era isolada, agora ameaça a liberdade de escolha dos eleitores e a segurança do pleito. A maioria dos entrevistados pede ações coordenadas e consistentes para combater a máfia política. O fenômeno tem se espalhado por todo o país, com relatos de compra de votos em vários estados.

Por que importa: A infiltração do crime organizado nas eleições compromete a integridade democrática e a segurança dos eleitores.

Fontes: Veja G1
Política

Jairinho condenado a quase 44 anos e Monique Medeiros perdoada no caso Henry Borel

O réu Jairinho Souza Santos Júnior recebeu 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão pela morte de Henry Borel, enquanto a mãe do menino, Monique Medeiros da Costa e Silva, foi perdoada judicialmente e ficará livre. A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, que aplicou o instituto de perdão previsto no Código Penal em situação excepcional. O julgamento, considerado o mais longo da história do tribunal, encerrou-se com a leitura da sentença pela juíza Elizabeth Machado Louro.

Por que importa: O caso destaca o uso do perdão judicial em crimes graves e a extensão das penas aplicadas pelo Tribunal do Júri.

Política

Pesquisa mostra líderes nas corridas senatorial do RJ e do Acre

No Rio de Janeiro, Benedita da Silva lidera a corrida ao Senado, segundo levantamento da Paraná Pesquisas com 1.680 entrevistados entre 1 e 3 de junho de 2026. No Acre, a pesquisa aponta empate triplo entre Jorge Viana (PT), Gladson Cameli (PP) e Márcio Bittar (PL) na disputa pelo Senado. Ambas as pesquisas apresentam margem de erro de 2,4 pontos.

Por que importa: Os resultados indicam a dinâmica política nas eleições senatoriais estaduais, influenciando estratégias partidárias e expectativas eleitorais.

Política

TSE mantém Cláudio Castro inelegível até 2030

O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou recursos de Cláudio Castro, do deputado cassado Rodrigo Bacellar e do Ministério Público Eleitoral, mantendo a inelegibilidade do ex-governador do Rio de Janeiro. A decisão foi tomada por unanimidade e deixa a decisão sobre a eleição do estado ao Supremo Tribunal Federal. Castro foi condenado por irregularidades em contratações de cabos eleitorais. A inelegibilidade se estende até 2030.

Por que importa: A decisão afeta a participação política no Rio de Janeiro e define o futuro da eleição estadual.

Política

Eduardo Paes lidera pesquisas do Paraná Pesquisas para o governo do Rio

O levantamento do Paraná Pesquisas, com 1.680 entrevistados entre 1 e 3 de junho de 2026, mostra Eduardo Paes à frente nos primeiros e segundos turnos da eleição para governador do Rio de Janeiro, com margem de erro de 2,4 pontos. Paes mantém vantagem significativa sobre o segundo colocado, enquanto a candidata Benedita da Silva lidera a corrida ao Senado estadual.

Por que importa: Os resultados indicam a probabilidade de vitória de Paes no primeiro turno, influenciando estratégias de campanha e expectativas eleitorais.

Política

Daniel Vorcaro apresenta nova versão de delação premiada

O ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, entregou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República, incluindo novos personagens e aprofundando relatos anteriores. A proposta acrescenta nomes de integrantes dos Três Poderes, como ministros do STF e membros do Congresso. O relator do caso, André Mendonça, concedeu prazo para a defesa ter acesso ampliado ao documento. Investigadores solicitaram mais tempo para analisar a nova versão, resultando no cancelamento de uma reunião agendada.

Por que importa: A delação pode revelar conexões de corrupção envolvendo altos cargos do governo.