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Política

TSE autoriza desvinculação da campanha do PT do canal “Exército do Lula”

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que a campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) não será responsabilizada pelo canal de mídia social “Exército do Lula”, criado por Janones. A decisão foi tomada após o pedido do PT, que baseou-se em resolução aprovada na sexta-feira (16 de outubro). O ministro Kassio Nunes Marques, presidente da corte eleitoral, aceitou a solicitação.

Por que importa: A medida evita que a campanha do PT seja penalizada por conteúdo de terceiros, influenciando a dinâmica da eleição.

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Política

Eleições 2026: segunda etapa marcada para 25 de outubro

O segundo turno das eleições de 2026 ocorrerá em 25 de outubro, independentemente da diferença de votos entre os candidatos. A ausência no primeiro turno não impede que o eleitor participe do segundo. Em 20 estados o governador já foi eleito no primeiro turno, enquanto em seis estados e no Distrito Federal a escolha ficará para o segundo turno.

Por que importa: Determina quando e quem pode votar na segunda fase das eleições.

Política

Datafolha mostra apoio a mandato único e mudanças no STF

A pesquisa Datafolha, realizada entre 20 e 22 de outubro, revelou que 51% dos brasileiros preferem mandato presidencial de quatro anos sem possibilidade de reeleição, enquanto 46% defendem a reeleição. Além disso, 59% dos entrevistados acreditam que os ministros do STF deveriam ter mandato fixo, e 65% querem que decisões importantes sejam tomadas pelo plenário, não de forma monocrática. O levantamento também indica que cerca de três quartos dos brasileiros apoiam a duração de quatro anos para o mandato presidencial.

Por que importa: Os resultados refletem a opinião pública sobre reformas institucionais que podem impactar a governabilidade e a independência judicial.

Política

Flávio Bolsonaro é entrevistado pela TV Globo enquanto cidades registram panelaços

O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, concedeu entrevista à jornalista Renata Lo Prete na TV Globo, abordando temas como o caso Master, programas sociais e reformas no STF. Durante a transmissão, manifestações em forma de panelaços ocorreram em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador. A entrevista foi exibida ao vivo após o Jornal Nacional e disponibilizada na íntegra no Globoplay e no G1. O episódio gerou grande repercussão nas redes sociais, ficando entre os temas mais comentados.

Por que importa: A cobertura mostra a reação pública ao candidato e a importância da entrevista na campanha presidencial.

Política

Flávio Bolsonaro descarta nomear Eduardo como chanceler e diz que pai não pediu cargo

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro afirmou que não está considerando nomear seu irmão Eduardo para o Ministério das Relações Exteriores. Ele também disse que seu pai, Jair Bolsonaro, nunca manifestou interesse em ocupar cargo em um eventual governo. Flávio ressaltou que não há discussões sobre a participação de Jair na administração. O senador destacou que não há planos de incluir a família em cargos públicos sem consulta prévia.

Por que importa: A decisão influencia a composição de possíveis futuros governos e a percepção sobre nepotismo na política brasileira.

Política

Flávio Bolsonaro afirma que manterá fim da escala 6×1 se eleito

Flávio Bolsonaro, candidato do PL, declarou que continuará a apoiar o fim da escala 6×1 caso seja eleito, apesar de ter votado a favor da PEC que a aboliu. Ele afirmou que a mudança foi motivada por ouvintes de trabalhadores em viagens pelo país, que, segundo ele, concordaram com a aprovação. A proposta, aprovada pelo Senado em 14 de outubro, reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado. Lula criticou a posição de Flávio e destacou a PEC como trunfo eleitoral.

Por que importa: A decisão de Flávio sobre a escala 6×1 pode influenciar a polarização política e o apoio de trabalhadores na reta final da eleição.

Política

TSE mantém decisão que impede Meta de interferir na distribuição de conteúdo político-eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria para sustentar a decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze, que determina que, até o fim do segundo turno, a Meta não pode interferir na distribuição de conteúdo político‑eleitoral de Lula e Flávio Bolsonaro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil. A medida foi tomada após a campanha de Lula alegar que a Meta favoreceu posts de apoiadores de Flávio Bolsonaro. A decisão foi acompanhada pelos ministros Floriano de Azevedo Marques, André Mendonça e Estela Aranha.

Por que importa: A medida regula a atuação das redes sociais no período eleitoral, afetando a visibilidade das campanhas dos candidatos.