Estudo revela que mais de 60% dos profissionais da linha materno-infantil não identificam etnias atendidas e aponta racismo institucional no parto de mulheres indígenas
O estudo mostra que mais de 60% dos profissionais da linha materno-infantil não souberam identificar as etnias atendidas, evidenciando um silêncio institucional. A pesquisa aponta que o parto de mulheres indígenas sofre com práticas discriminatórias e falta de reconhecimento cultural. O silêncio e a desigualdade no atendimento refletem a persistência de racismo institucional no sistema de saúde brasileiro.
Por que importa: O resultado destaca a necessidade de políticas públicas que garantam o respeito e a inclusão das populações indígenas no cuidado materno-infantil.