Colonialidade do registro e do risco: quem define o risco da inteligência artificial
O artigo analisa como a definição de risco em inteligência artificial reflete padrões coloniais de registro e poder. Argumenta que quem estabelece critérios de risco muitas vezes reproduz hierarquias históricas, marginalizando vozes não dominantes. Propõe repensar a governança de IA para incluir perspectivas diversas e reduzir desigualdades. Conclui que a discussão sobre risco deve ser descolonizada para garantir justiça e equidade.
Por que importa: Revela que a governança de IA pode perpetuar desigualdades se não considerar perspectivas marginalizadas.
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