Plataformas de previsão proibidas no Brasil viralizam como alternativa às pesquisas eleitorais
O governo brasileiro bloqueou, em abril, pelo menos 27 sites de mercado de previsão, como Kalshi e Polymarket, que permitem a compra e venda de contratos sobre eventos futuros. Apesar da proibição, essas plataformas são divulgadas nas redes sociais como termômetros políticos e substitutas das pesquisas eleitorais tradicionais. Especialistas afirmam que tais sites não são adequados para avaliar a disputa eleitoral nem prever resultados.
Por que importa: A circulação dessas plataformas pode influenciar a percepção pública sobre a eleição, apesar de sua ineficácia como ferramenta de previsão.
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