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Política

Alfredo Gaspar é vice de Flávio Bolsonaro na chapa presidencial de 2026

Alfredo Gaspar, nascido em Maceió em 1970, tem 56 anos e já atuou como promotor de Justiça, advogado e professor universitário. Iniciou sua carreira no Ministério Público de Alagoas aos 25 anos, onde trabalhou por mais de duas décadas, inclusive como procurador-geral de Justiça e presidente do Grupo Nacional de Combate ao Crime. Ele foi escolhido como candidato a vice-presidente do Brasil junto a Flávio Bolsonaro, do PL, para a eleição de 2026.

Por que importa: A escolha de Gaspar pode ampliar a base de apoio da chapa e influenciar a composição do governo futuro.

Leia também

Política

Advogado Willer Tomaz investigado por suposta lavagem de dinheiro e uso de rede de empresas em loterias

A Polícia Federal apura que Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro, teria usado uma estrutura de empresas para ocultar valores em negócios de loterias no Rio de Janeiro, com indícios de controle sobre a Rede Loto. O advogado também foi apontado como o maior apostador do Brasil em 2025, com R$ 5 bilhões em apostas. Além disso, documentos revelam que ele pagou para remover notícias que o vinculavam a Flávio Bolsonaro. O caso está em investigação no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Por que importa: A investigação envolve um senador candidato à presidência e pode revelar práticas ilícitas de lavagem de dinheiro e influência política.

Política

Governo abre chamamento de bancos para Desenrola 3.0

O governo federal publicou, nesta quinta-feira (22), um chamamento para que instituições financeiras apresentem carteiras de ativos para compra na terceira fase do programa Desenrola 3.0. Os bancos têm cinco dias úteis para enviar suas propostas, e os leilões estão previstos para ocorrer entre novembro e dezembro. O ministro da Fazenda indicou que a fase pode envolver a renegociação de até R$ 90 bilhões em dívidas públicas.

Por que importa: O Desenrola 3.0 representa uma oportunidade de reduzir a dívida pública e melhorar a liquidez do mercado financeiro.

Política

Lula aceita condições de Flávio Bolsonaro para abrir sigilos, mas exige reciprocidade

O candidato Luiz Inácio Lula da Silva protocolou documento no TSE autorizando a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e eletrônico dos últimos oito anos, bem como os de seus parentes, desde que Flávio Bolsonaro faça o mesmo. O senador apresentou petição exigindo abertura de seus próprios sigilos e de dados de familiares e empresas. Ambas as campanhas afirmam que não se opõem às condições propostas, mas insistem na reciprocidade.

Por que importa: A troca de sigilos pode influenciar a percepção pública sobre transparência e integridade dos candidatos.

Política

Pesquisa Quaest mostra disputa acirrada entre Flávio Bolsonaro e Lula

A pesquisa da Quaest, realizada entre 17 e 20 de outubro, indica que Flávio Bolsonaro tem entre 45% e 46% das intenções de voto, enquanto Lula tem entre 44% e 45%, resultando em empate técnico. No Distrito Federal, Flávio lidera com 50% contra 39% de Lula. A rejeição a Flávio é de 52% e a de Lula 47%. Os eleitores apontam crescimento econômico como principal desafio para o próximo presidente, com 21% citando essa prioridade.

Por que importa: Os resultados refletem a estreita competição que pode definir o resultado do segundo turno das eleições presidenciais.

Política

Richarlison acusa Flávio Bolsonaro e advogado de tomar ilha em Angra dos Reis

O atacante Richarlison afirma ter comprado a Ilha Comprida, em Angra dos Reis, por cerca de R$ 10 milhões em 2020, mas perdeu a posse para o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro. O jogador pede que a Polícia Federal investigue a situação, enquanto Tomaz mantém escritura e registro da propriedade. A disputa envolve alegações de que o senador e o advogado levaram o imóvel.

Por que importa: A controvérsia destaca possíveis conflitos de interesse entre figuras públicas e a legalidade de transações imobiliárias de alto valor.

Política

Campanha de Lula pede cassação da chapa de Flávio Bolsonaro no TSE

A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral para cassar o registro da chapa de Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, alegando abuso de poder econômico e uso indevido de plataformas digitais como Meta e X. A ação requer medidas rápidas antes do segundo turno e pede declaração de inelegibilidade de Flávio Bolsonaro por oito anos. O processo foi distribuído ao ministro Ricardo Villas Bôas Curva, sem prazo definido para decisão.

Por que importa: A decisão pode afetar a participação de Flávio Bolsonaro nas eleições e refletir sobre o uso de redes sociais na campanha política.