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Eleições de meio de mandato nos EUA se aproximam com campanha de Trump e Obama em Ohio e Geórgia

As eleições de meio de mandato, que ocorrerão em 3 de novembro, renovam quase todo o Congresso americano e decidirão quem controla o poder legislativo nos próximos dois anos. O presidente Donald Trump e o ex‑presidente Barack Obama estão intensificando a campanha em Ohio e na Geórgia, estados decisivos para o resultado final. A votação também serve como teste para o governo e reflete insatisfação dos eleitores com questões como custo de vida e guerra no Oriente Médio.

Por que importa: O resultado determinará o equilíbrio de poder no Congresso e influenciará a agenda política dos EUA.

Leia também

Mundo

Flávio Bolsonaro publica carta golpista e recua após chegar aos EUA

O senador Flávio Bolsonaro, após perder as eleições presidenciais para Lula, publicou em redes sociais uma carta em tom golpista, afirmando ser o verdadeiro presidente do Brasil e acusando fraude eleitoral sem provas. Em seguida, ele apagou a autoproclamação e manteve apenas a acusação de fraude. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, declarou que as eleições transcorrem dentro da mais absoluta normalidade e que o pleito foi entregue com segurança. A carta gerou repercussão entre a oposição, que pediu respeito ao resultado oficial.

Por que importa: O episódio evidencia a polarização política e a contestação de resultados eleitorais no Brasil.

Mundo

Trump evita comentar eleição brasileira e afirma não ter partido

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que não tomou partido nas eleições brasileiras a pedido de Lula e que não pretende comentar a vitória de Lula. Ele afirmou que conversará com o presidente brasileiro sobre o resultado, mas que não se envolverá no processo. Trump também voltou a alegar, sem provas, que houve fraude na eleição, chamando o pleito de "vergonhoso". A declaração foi feita durante um comício no Texas e reflete a postura recorrente do ex-presidente em relação a processos eleitorais.

Por que importa: A posição de Trump pode influenciar a percepção internacional sobre a legitimidade das eleições brasileiras.

Mundo

Trens de alta velocidade colidem na Espanha, deixando 69 mortos

Dois trens de alta velocidade colidiram na linha que liga Madrid a Sevilha, em Mora e Orgaz, na província de Toledo. O acidente, causado por falha no sistema de controle ferroviário, resultou em 69 mortes e mais de 100 feridos. Operações de resgate envolveram guindastes, helicópteros, drones e cães farejadores. O governo espanhol reconheceu a falha e prometeu esclarecer as causas.

Por que importa: O acidente destaca falhas críticas na segurança ferroviária espanhola e tem impacto internacional, envolvendo atletas e cidadãos de vários países.

Mundo

Rússia testa míssil nuclear intercontinental disparado por submarino

Na quarta-feira (28), a Rússia disparou um míssil RSM‑56 Bulava a partir do submarino nuclear Generalissimo Suvorov, localizado no Mar de Okhotsk. O projétil percorreu cerca de 8,3 mil quilômetros, atravessando quase todo o Oceano Pacífico. O teste ocorreu em meio a tensões crescentes com a Europa e preocupações sobre a escalada da guerra no Irã.

Por que importa: O teste demonstra a capacidade de projeção de força nuclear da Rússia e aumenta a tensão internacional.

Fontes: Veja G1
Mundo

Arábia Saudita amplia suspensão de compra de aves e responde a ataques Houthis

A Arábia Saudita estendeu a suspensão de compra de aves para todo o estado, ampliando a restrição que antes se limitava a um raio de 10 quilômetros próximo ao foco da doença de Newcastle. Enquanto isso, Houthis atacaram um aeroporto no sul do Iêmen, e a Arábia Saudita prometeu uma resposta séria aos ataques. O conflito entre Houthis e a Arábia Saudita continua, com acusações mútuas de ataques que resultaram em mortes e feridos.

Por que importa: A medida de saúde pública pode afetar a cadeia de suprimentos de alimentos, e a escalada de violência no Iêmen tem implicações regionais de segurança.

Mundo

Netanyahu lidera eleição em Israel, mas não obtém maioria

O bloco de Benjamin Netanyahu aparece ligeiramente à frente na contagem parcial, mas nem ele nem a oposição de Gadi Eisenkot alcançaram as 61 cadeiras necessárias para formar maioria no Parlamento. Partidos árabes avançaram e podem influenciar a formação do governo. A distribuição de votos ainda está em andamento, e a composição final dependerá de acordos entre blocos.

Por que importa: A falta de maioria pode levar a um governo de coalizão, afetando decisões políticas e estabilidade no Oriente Médio.