Bahia ocupa segunda posição na lista suja de trabalho análogo à escravidão
O governo federal atualizou o Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão, acrescentando 82 novos registros, 54 pessoas físicas e 28 jurídicas. Entre os estados, a Bahia ficou em segundo lugar, com sete registros, atrás apenas de Minas Gerais. Os sete casos baianos correspondem a cinco pessoas físicas e duas empresas.
Por que importa: A posição da Bahia destaca a persistência do trabalho escravo no estado, exigindo atenção das autoridades e da sociedade.