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Lula viaja a Nova York para participar da Assembleia Geral da ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou no domingo para os Estados Unidos para participar da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Ele terá reunião breve com o secretário‑geral António Guterres e encontro previsto com o prefeito de Nova York, Zohron Mamdani. Lula também recebeu cerca de 30 pedidos de reuniões bilaterais, mas atenderá apenas alguns devido à agenda apertada. O Brasil costuma abrir a sessão, sendo o primeiro país a discursar.

Por que importa: A presença de Lula na ONU reforça a posição do Brasil em questões globais e permite diálogo direto com líderes internacionais.

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Mundo

Resgate de mais de 30 mil animais durante a construção de Itaipu

Em 1982, Darío Pérez Chena liderou a equipe paraguaia que salvou mais de 30 mil animais silvestres, incluindo macacos, tatus, cobras e tarântulas, durante a inundação do lago de Itaipu. A operação exigiu mobilização rápida e logística complexa para proteger a fauna local. O Paraguai, ainda sem experiência prévia em resgates desse porte, contou com a iniciativa pioneira da Itaipu Binacional.

Por que importa: Demonstrou a capacidade de resposta ambiental em projetos de grande escala, preservando a biodiversidade da região.

Mundo

Jornalista e candidata às eleições regionais no Peru é assassinada

Susy Aponte, de 44 anos, jornalista e candidata ao governo do departamento de Áncash, foi morta a tiros durante um ato de campanha em um mercado no distrito de Caraz, no sábado (19). O ataque deixou cinco outras pessoas feridas. A morte ocorreu dias antes das eleições regionais, programadas para 4 de outubro.

Por que importa: A violência contra uma candidata e jornalista destaca a insegurança política e a ameaça à liberdade de imprensa no Peru.

Mundo

Trump proíbe acesso de CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca

O presidente Donald Trump anunciou, em 18 de setembro, que baniria três veículos de comunicação – CNN, MS NOW e Politico – de acessar a Casa Branca. A decisão já entrou em vigor e, no dia seguinte, equipes de jornalistas desses veículos foram impedidas de entrar no local. Trump justificou a medida alegando que os veículos publicavam notícias falsas sobre o governo.

Por que importa: A medida restringe a cobertura jornalística da Casa Branca, afetando a transparência e o acesso à informação sobre o governo dos EUA.

Mundo

Mortes por overdose de fentanil caem em mais de um terço nos EUA e no Canadá

As fatalidades por fentanil nos Estados Unidos atingiram o pico em 2022 e, a partir de meados de 2023, passaram a diminuir de forma abrupta, caindo em mais de 33% até o final de 2024. O mesmo fenômeno foi observado no Canadá. A razão exata dessa queda ainda não foi determinada pelos pesquisadores. Enquanto isso, autoridades de saúde alertam sobre o surgimento de novos opioides, como a ciclorfina, que já causou mais de 50 mortes nos EUA.

Por que importa: A redução repentina nas mortes por fentanil pode indicar mudanças nas políticas de saúde ou no mercado de drogas, mas a falta de explicação clara ressalta a necessidade de monitoramento contínuo e investigação.

Mundo

Rússia conduz guerra híbrida contra a Europa

Especialistas afirmam que o governo de Vladimir Putin está conduzindo uma guerra híbrida na Europa, combinando táticas militares e não militares para exercer pressão sem iniciar um conflito aberto. A acusação ganhou força após a Alemanha atribuir ao Kremlin o ataque com drones no aeroporto de Leipzig/Halle. O ministro do Interior alemão Alexander Dobrindt descreveu o incidente como um exemplo de operações híbridas russas já bem estabelecidas na região.

Por que importa: A estratégia híbrida pode aumentar a instabilidade e a tensão entre a Rússia e os países europeus.

Mundo

EUA e Dinamarca firmam acordo de segurança na Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos anunciou que o país terá responsabilidade militar permanente sobre a segurança da Groenlândia, território dinamarquês. A Dinamarca e a Groenlândia afirmam que o tratado reconhece a soberania do território e amplia a segurança na região. A aprovação parlamentar ainda é necessária para que o acordo entre em vigor. A iniciativa foi recebida com otimismo cauteloso pelos governos envolvidos.

Por que importa: O acordo pode alterar a dinâmica militar no Ártico e reforçar a presença dos EUA na região.