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Política

Caiado chama Lula e Flávio de "fujões" por possível ausência nos debates

O ex-governador de Goiás, Caiado, criticou Lula e Flávio Bolsonaro, chamando-os de "fujões" após a suspeita de que não compareceriam aos debates eleitorais. Ele questionou as chances eleitorais desses candidatos, que apresentam altos índices de rejeição. A crítica reflete a preocupação de alguns eleitores com a participação dos candidatos em eventos públicos. O comentário ocorre em meio à campanha para as eleições de 2024.

Por que importa: A ausência de candidatos em debates pode influenciar a percepção dos eleitores e afetar suas escolhas na eleição.

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Política

Taxa das blusinhas pode voltar em setembro se medida provisória não for aprovada

A medida provisória de 12 de maio reduziu a alíquota de importação de remessas postais internacionais a zero para valores até US$ 50. Se não for aprovada pelo Congresso, a taxa de 20% voltará em setembro. O presidente do Senado prorrogou a medida em julho, mas a aprovação ainda é necessária. A mudança afeta consumidores que compram roupas e outros itens de baixo valor no exterior.

Por que importa: A decisão impacta diretamente o custo de compras internacionais de consumidores brasileiros.

Política

Debate entre Haddad e Tarcísio em São Paulo destaca diferenças de estratégia

No primeiro debate do 1º turno, Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas confrontaram dados e narrativas sobre os governos estadual e federal, sem ataques pessoais. Haddad enfatizou a necessidade de mudar o projeto atual, enquanto Tarcísio defendeu a continuidade da gestão. O debate abordou temas como crime organizado, tarifas e privatizações.

Por que importa: O encontro sinaliza a polarização entre os candidatos e a importância de suas propostas para o futuro de São Paulo.

Política

Haddad apresenta plano de segurança pública para São Paulo

O candidato Fernando Haddad lançou o programa SP Protege, que tem como foco a redução da impunidade. Entre as medidas, destaca-se o uso de inteligência artificial para prevenção e investigação de crimes, a criação de um placar de segurança divulgado trimestralmente e a criação de uma agência estadual antifacção. O plano também inclui o "BO no Zap", permitindo que vítimas registrem ocorrências via WhatsApp, e a gravação ininterrupta de policiais militares.

Por que importa: O plano visa melhorar a segurança pública e a transparência no combate ao crime organizado em São Paulo.

Política

Instituto pede suspensão do Discord e multa de R$ 300 mi

O Instituto Nacional de Tecnologia (INCT) entrou com uma ação civil pública contra o Discord, exigindo que a plataforma comprove medidas de segurança para prevenir crimes. A ação foi motivada pela morte de um adolescente que teria sido vítima de violência online. O pedido inclui a suspensão do serviço no Brasil e uma multa de R$ 300 milhões. O governo federal acompanha o caso, que destaca a necessidade de regulação das plataformas digitais.

Por que importa: O caso demonstra a crescente pressão regulatória sobre serviços de comunicação digital no Brasil.

Fontes: Poder360
Política

31% dos eleitores apontam dinheiro e obras como principal fator na escolha de senadores

A pesquisa Quaest, divulgada em 10 de agosto, revelou que 31% dos eleitores consideram a capacidade de levar dinheiro e obras ao estado como o principal critério para votar no Senado. Outros fatores citados foram ser indicado de Lula (15%), compromisso com o fim da escala 6x1 (13%), independência da polarização (12%) e apoio ao impeachment de ministros do STF (11%).

Por que importa: O resultado destaca a importância de projetos de infraestrutura e financiamento público na decisão de voto dos brasileiros.

Fontes: G1
Política

Desenrola Adimplentes inicia operação com novas regras para bancos

O programa Desenrola Adimplentes começou a operar na segunda-feira (10) com ajustes que facilitam a participação das instituições financeiras. Ele oferece crédito em condições mais favoráveis a trabalhadores informais que mantêm suas dívidas em dia, bem como a estudantes e empresas adimplentes vinculadas ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O governo estima que até 500 mil trabalhadores informais e 100 mil beneficiários do Fies possam recorrer ao programa.

Por que importa: O esquema amplia o acesso a crédito para segmentos historicamente excluídos, potencializando inclusão financeira.