Medicina legal brasileira associava homossexualidade à doença e à criminalidade entre 1925 e 1945
Um estudo da Faculdade de Direito da USP analisa documentos de medicina legal do período de 1925 a 1945, mostrando que a homossexualidade era tratada como patologia e vinculada à criminalidade. Os registros indicam que profissionais forenses utilizavam critérios médicos para justificar a criminalização de atos homossexuais. A pesquisa destaca a influência de preconceitos científicos na legislação e na prática forense da época.
Por que importa: Ilustra como o viés científico contribuiu para a marginalização e criminalização de minorias no Brasil.
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