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EUA e Dinamarca firmam acordo de segurança na Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos anunciou que o país terá responsabilidade militar permanente sobre a segurança da Groenlândia, território dinamarquês. A Dinamarca e a Groenlândia afirmam que o tratado reconhece a soberania do território e amplia a segurança na região. A aprovação parlamentar ainda é necessária para que o acordo entre em vigor. A iniciativa foi recebida com otimismo cauteloso pelos governos envolvidos.

Por que importa: O acordo pode alterar a dinâmica militar no Ártico e reforçar a presença dos EUA na região.

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Mundo

Maria Madalena: figura bíblica e objeto de controvérsia nas artes

Maria Madalena é reconhecida como a primeira testemunha da ressurreição de Cristo e divulgadora da notícia, mas a Bíblia menciona-a apenas em poucas passagens. Ao longo dos séculos, mitos e interpretações diversas se acumularam em torno de seu nome, associando-a a personagens e ideias distintas. Obras de arte que a retratam revelam como a santa da Igreja Católica foi vista como santa ou pecadora, refletindo a ambiguidade que a acompanha. A figura de Maria Madalena continua a fascinar tanto comunidades religiosas quanto o público em geral, gerando debates sobre sua verdadeira identidade e papel histórico.

Por que importa: Entender a construção histórica de Maria Madalena ajuda a esclarecer como narrativas religiosas evoluem e influenciam a percepção pública.

Mundo

Rússia realiza eleições parlamentares em regiões ocupadas da Ucrânia

A Rússia iniciou eleições para renovar seu Parlamento nas áreas ocupadas da Ucrânia, incluindo Crimeia, Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia. Votos são realizados sob vigilância de militares armados, com ucranianos participando da votação. A Ucrânia critica o processo, considerando-o ilegítimo.

Por que importa: A votação demonstra a tentativa russa de legitimar o controle sobre territórios ucranianos ocupados.

Mundo

Flórida registra maior número de execuções de condenados à morte nos EUA

A Flórida, sob o governo de Ron DeSantis, voltou a registrar um aumento nas execuções de condenados à morte, após anos de reduções. O estado tornou-se o que mais executa condenados nos Estados Unidos, refletindo a política de aplicação da pena de morte adotada pelo atual governador. A tendência contrasta com a diminuição de execuções em outros estados e destaca a posição da Flórida como líder nesse aspecto. O aumento ocorre apesar de debates contínuos sobre a eficácia e moralidade da pena capital.

Por que importa: Ilustra a polarização política e legal sobre a pena de morte nos EUA.

Mundo

Uber condenada a pagar mais de R$200 milhões à família de jovem que morreu na Califórnia

Em agosto de 2023, a jovem Emily Normandin-Parker, de 23 anos, e uma amiga chamaram um Uber na Califórnia. O motorista exigiu pagamento de taxa de limpeza e as duas foram obrigadas a descer na rodovia. Emily foi atropelada e morreu. A Uber foi condenada a indenizar a família em cerca de R$206 milhões.

Por que importa: O caso destaca a responsabilidade das plataformas de transporte por segurança dos usuários.

Mundo

Gene Savoy afirma ter encontrado em 1964 a última capital inca

O explorador Gene Savoy declarou ter descoberto em 1964 a última capital inca, localizada na região de Cusco, no Peru. Ele descreveu a descoberta como um momento de incredulidade e surpresa entre os envolvidos. A descoberta teria sido feita em meio a lendas e mistérios que cercam a civilização inca. A afirmação ainda gera debate entre especialistas sobre a autenticidade da descoberta.

Por que importa: A descoberta teria implicado em um avanço significativo na compreensão da história e geografia da civilização inca.

Fontes: BBC Brasil
Mundo

Trump proíbe acesso de CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca

O presidente Donald Trump anunciou, em 18 de setembro, que baniria três veículos de comunicação – CNN, MS NOW e Politico – de acessar a Casa Branca. A decisão já entrou em vigor e, no dia seguinte, equipes de jornalistas desses veículos foram impedidas de entrar no local. Trump justificou a medida alegando que os veículos publicavam notícias falsas sobre o governo.

Por que importa: A medida restringe a cobertura jornalística da Casa Branca, afetando a transparência e o acesso à informação sobre o governo dos EUA.

Fontes: G1