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Irã relata passagem de mais de 300 navios pelo Estreito de Ormuz, maioria para China, e exibe lanchas de ataque no estreito

O governo iraniano informou que mais de 300 navios passaram pelo Estreito de Ormuz desde maio, sendo a maioria destinados à China. Em paralelo, o Irã divulgou imagens de lanchas rápidas de ataque navegando pelo estreito, armadas com metralhadoras e capazes de cercar grandes embarcações. Essas lanchas são consideradas um ponto de tensão entre os Estados Unidos e o Irã na região.

Por que importa: A movimentação de navios comerciais e a presença de embarcações militares no Estreito de Ormuz afetam a segurança marítima e as rotas de comércio internacional.

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Mundo

Vai trabalhar no Corpus Christi? Veja quando dá para emendar e quais são seus direitos

Corpus Christi é feriado? Veja em quais capitais haverá folga Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado “feriadão” de Corpus Christi, celebrado na próxima quinta-feira (4). A data é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso. (veja em quais capitais a data garante folga) 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Como a celebração cai em uma quinta-feira, o descanso pode chegar a quatro dias seguidos para quem…

Mundo

Rússia realiza ataque aéreo em larga escala contra Ucrânia

Na madrugada de terça-feira (2), a Rússia lançou 656 drones e 73 mísseis contra sete regiões ucranianas, incluindo Kiev, resultando em pelo menos 13 a 18 mortes e mais de 100 feridos. O Ministério da Defesa russo justificou a operação como resposta a "atos terroristas" contra civis russos. As equipes de resgate continuam buscando vítimas sob escombros em várias cidades.

Por que importa: O ataque demonstra a escalada de hostilidades e a intensificação das ações militares na guerra entre Rússia e Ucrânia.

Mundo

Trump conversa com Netanyahu e Hezbollah, garante cessar-fogo no Líbano

O presidente dos EUA, Donald Trump, dialogou com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e representantes do Hezbollah, assegurando que um cessar-fogo está em vigor no Líbano. Trump informou que Netanyahu concordou em não mover tropas de Israel em direção a Beirute. O Irã condicionou qualquer acordo com os EUA à implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. A conversa ocorreu em meio a intensificação de ataques israelenses ao sul de Beirute.

Por que importa: O acordo pode reduzir a escalada de violência entre Israel e Hezbollah, afetando a estabilidade regional.

Mundo

Irã publica propaganda de guerra com Cristo Redentor e Estátua da Liberdade

O Irã divulgou, na rede X, um vídeo gerado por inteligência artificial em que o Cristo Redentor e a Estátua da Liberdade lutam, como parte de uma campanha de propaganda contra os Estados Unidos. A ação ocorre após o presidente Donald Trump ameaçar impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. O vídeo foi postado pela Embaixada iraniana na Tunísia e visa destacar o Brasil como alvo da retórica iraniana.

Por que importa: Ilustra a tensão entre Irã e EUA e a possível repercussão econômica sobre o Brasil.

Fontes: Veja G1
Mundo

Trump critica Pix, etanol e corrupção e ameaça tarifas de 25% sobre produtos brasileiros

O presidente dos EUA, Donald Trump, denunciou o sistema de pagamentos Pix, a produção de etanol e a corrupção no Brasil, e anunciou a possibilidade de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. O governo americano afirmou que continuará negociando com o presidente Lula até 15 de julho antes de tomar qualquer medida retaliatória. A proposta de tarifas foi apresentada como resposta às críticas e às disputas comerciais entre os dois países.

Por que importa: A medida pode afetar significativamente as exportações brasileiras e as relações comerciais entre Brasil e EUA.

Fontes: BBC Brasil
Mundo

Trump abandona plano de fundo de US$1,8 bilhão para indenizar aliados

O presidente Donald Trump decidiu não criar um fundo de US$1,8 bilhão que teria beneficiado aliados políticos, incluindo apoiadores da invasão ao Capitólio em janeiro de 2021. A decisão foi confirmada pelo procurador-geral interino Todd Blanche e reportada por várias agências de imprensa. O fundo, chamado de "fundo anti-instrumentalização", enfrentou críticas antes de ser cancelado.

Por que importa: O cancelamento reflete a mudança de estratégia do governo Trump em relação a aliados controversos e pode influenciar a dinâmica política interna dos EUA.

Fontes: G1